PENSAR TRÁFEGO NA CIDADE
Quarta-feira, 26 de Outubro de 2011
Terça-feira, 25 de Outubro de 2011
Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011
CRITICA À CICLOVIA C GRANDE -BENFICA
Segunda-feira, 3 de Outubro de 2011
CRITICA À CICLOVIA CAMPO GRANDE - BENFICA
MESMO QUE NAO SE PENSASSE QUE A CICLOVIA IRIA RECEBER VÁRIAS ATIVIDADES DESPORTIVAS...AÍ ESTÁ A PROVA. HOJE FORAM VÁRIAS A QUE ASSISTI.
Domingo, 2 de Outubro de 2011
Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011
CRITICA À CICLOVIA CAMPO GRANDE - BENFICA
NO PERFIL QUE TINHAMOS ,À PARTIDA NA RUA DO SEMINÁRIO EM DIREÇÃO À ESC VERG FERREIRA...ERA POSSIVEL,TECNICAMENTE TERMOS UM PASSEIO PARA PEOES NO LOCAL ONDE NASCEU A CICLOVIA.AQUI ACONTECE O INVERSO,AQUI SÃO OS PEÕES QUE CIRCULAM NA PISTA POR NÃO HAVER PASSEIO! BRINCADEIRA? POIS...PARECE COISA DE MIÚDOS UMA VEZ MAIS!
CRITICA À CICLOVIA CAMPO GRANDE - BENFICA
UMA CICLOVIA,NÃO TEM DEIXAR DE O SER DURANTE UM MES ,SÓ PORQUE HÁ UMA FEIRA!MAS SE HOVER UM REBENTAMENTO DUM ESGOTO POR EXEMPLO...SIM! A FEIRA É DO SEC XVI? MUITO BEM (PROVE-SE,ISTO).A PISTA É NO SEC XXI E FICÁMOS SEM PISTA!PROBLEMA MAIOR É QUE A PISTA JÁ TEM DOIS ANOS E O HOMEM DAS REVISTAS AINDA NÃO REPAROU QUE A SUA BANCA O SEU CARRO E (IMAGINE-SE! ATÉ O SEU SOFÁ)ESTÃO EM CIMA DA CICLOVIA! E NINGUEM DE DIREITO,VÊ ISSO!
CRITICA À CICLOVIA CAMPO GRANDE - BENFICA
FAZ-SE UMA CICLOVIA EM CIMA DE PASSEIO MESMO QUE ESTE TENHA DIMENSÔES REDUZIDAS...E PRONTO!
COMO NÃO TERÁ PASSADO PELA CABEÇA DESTES COLEGAS PROJETISTAS,ACABAR COM UMA FAIXA DE AUTOMÓVEIS PARA COLOCAR A CICLOVIA NO ALCATRÃO E DEIXAR O PASSEIO PARA OS PEÕES?
CRITICA À CICLOVIA CAMPO GRANDE - BENFICA
A CICLOVIA CONSTRUIDA À DOIS ANOS E QUE DEU TANTA SLEUMA, DEFACTO, PARECE UMA BRINCADEIRA PARA MIÚDOS. É VULGAR VERMOS OS GRAÚDOS DE BICICLETA CIRCULAREM FORA DA PISTA. PORQUÊ? TALVES POR ISSO!
VÃO SER AQUI APRESENTADOS POR MIM ALGUNS VIDEOS ONDE VOU FIXAR-ME NO QUE JULGO MAL FEITO, PERIGOSO E OU DESCONCERTANTE OU A PRECISAR DE CORREÇÂO.TALVEZ A MINHA OPINIÃO CRITICA TENHA ALGUM VALOR, FICA AO CRITÉRIO DE QUEM ME "VIR". E QUE ESTA CHEGUE A ALGUEM DE DIREITO, COMPREENDE-SE QUE EM ÉPOCA DE CRISE...JÁ ESTÁ , JÁ ESTÁ...MAS NÃO REPETIR ERROS...ERA BOM!
Domingo, 8 de Maio de 2011
Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011
Faz hoje anos que ZECA AFONSO nos deixou
Eu, que aprendi o pouco que sei, a cantar "com ele", que é com quem diz com a influencia dos pemas e do canto dele. A 1ª vez que cantarolei um tema dele, alguém disse a meu lado, (tinha eu 20 anos, 1971), cala-te, se não ainda vais preso. A segunda vez que voltei a cantar um tema dele, foi no meio do mato em MOÇAMBIQUE 1973, ACABADINHO DE CHEGAR ÀS PORTAS DA GUERRA. Aí sim, pude dar largas à minha convição e desde aí tenho cantado os seus poemas entre amigos. Lembro-me que nessa noite de medo do ano de 1973 Julho no NIASSA, alguém me susurrou, nunca deixes de cantar ZECA, pois ajeitas-te.
Hoje aqui estou, empenhado em cantá-lo, não o vou cantar aqui, mas os que me seguem podem ouvir-me acompahado de dois guitarrista amigos, nos locais habituais. Pois cantarei ZECA AFONSO, mesmo que a voz me doa.
Sábado, 29 de Janeiro de 2011
ROUBO DE BICICLETA NA GARAGEM PARTICULAR

Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011
Mais um ano pela frente
Estavamos habituados a ver fazer mais porque mais recursos havia, agora vamos ter de fazer algo que seja, mas com menos recursos.
Já começam a sentir-se alguns desses efeitos... a Emel por ex: não pinta o estacionamento; as Camaras e Juntas vão regar menos os jardins, acabando assim com o espetáculo de ruas cheias de água quando o que se pretendia era regar a relva, (há, mas esta vai ser boa)!
Mas vamos ter mais passeios e ruas esburacadas, etc, etc, não se iludam.
Em troca de o cidadão deixar a sua viatura à porta e ir de transporte público,vai ser possível ter melhores trasportes, pois que, com menos automóveis as empresas irão fazer mais pelo cumprimento de horário, aumentar quiçá o nº de passagem /hora, os comboios em risco de fecharem as linhas vão ser reforçados e modernizados porque mais clientes.
Há como vai ser interessante ver as bombas de gasolina fecharem por falta de clientes e anúncios: "não vá de transporte público, vá com o cu no seu carrinho que aqui lhe damos um desconti..nho!"
Mas é! Hábitos vão mudar, e estar atentos, pois há que não esquecer que este país já ...viveu grandes...momentos!
Há que mudar mentalidades, pois este país vivia... acima das suas possibilidades,Não vos parece!?
Quinta-feira, 18 de Novembro de 2010
Domingo, 7 de Novembro de 2010
A VIRAGEM NA ROTINA DA VIDA
Chega finalmente o momento em que deixamos de andar preocupados com o toque do despertador, em saber como é que está o tempo na 2ª circular de Lisboa, o tempo que o são Pedro nos mandou, enfim aquele stres que todos tivemos pela vida fora.
Julgamos então que vamos passar a ter tempo para tudo, para ler os livros que não lemos, etc, etc. Mas a sede de fazer coisas que durante uma vida de trabalho não pudemos fazer, leva-nos a esquecer outras e a entrar num novo tipo de stres.A vida tem destas coisas. Previnam-se os incautos e novatos na nova vida.Voltamos a ter uma nova oportunidade para regrar a nossa estadia por cá.
manelostar
Terça-feira, 20 de Julho de 2010
Sexta-feira, 9 de Julho de 2010
Segunda-feira, 14 de Junho de 2010
Quinta-feira, 10 de Junho de 2010
Sexta-feira, 23 de Abril de 2010
Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
Quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009
Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009
Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
Deus e Saramago
Adoro chuva! Adoro... Ajuda-me a dormir, arrefece-me a temperatura corporal quando me cai em cima, acalma-me... Faz-me vir à memória episódios passados, futuros e presentes, põe-me em reflexão. Desconfio que a chuva tem uma substância qualquer desconhecida, com propriedades aditivas, que me faz entrar numa espécie de transe meditativo. É como se ela trouxesse do céu lágrimas de Deus, da Natureza.Não sei em que Deus acredito... sei que não é o da Bíblia nem o do Corão, nem nenhum outro registado algures. Não acredito que seja possível existir um só Deus, ou um Deus que se comporte de forma igual para toda a gente. Acho que o Deus que existir, é para nós como nós somos para ele, e para os outros. Por isso não acredito num Deus rigoroso. O meu Deus permite que brinquemos com ele, que lhe mandemos umas bocas. O meu Deus não se importa que Saramago diga que ele NÃO existe, desde que o não faça com maldade. O meu Deus não tem a mania da superioridade, exige respeito, não medo. Nada sei sobre o meu Deus, apenas que ele é muito parecido comigo. Também sei que está triste, com saudades, que também eu sinto.Deus chora, chora como uma criança que deixa os pais no primeiro dia de aulas. Chora quando vê a fome em África, e a falta de vergonha dos ocidentais, grupo em que naturalmente me incluo. chora quando vê a falta de respeito entre homens, e a sociedade que fede a medo e pudor. O meu Deus sofre por eu não ser o que gostaria que eu fosse, tal como eu sofro. E por isso chora, para aliviar a dor, para ter algum prazer com esse sofrimento. E por isso eu choro. E por isso eu gosto da chuva, das lágrimas de Deus.
Terça-feira, 20 de Outubro de 2009
CIDADÃO DE LISBOA SEC XX E SEC XXI
Lamento não ter podido estar no debate sobre a “Baixa Pombalina”.
De qualquer modo exponho aqui as minhas preocupações!
Tendo participado em 1984 na execução do projecto onde se deu pela primeira vez prioridade ao peão nesta cidade, observo que, desde essa data até agora, passando pelo arranjo viário de 1999, não se deu continuidade ao espírito de devolver maior espaço de circulação ao peão.
Afirmo que o esquema implantado em 1984 não teve nunca o apoio da PSP e dos cidadãos e não houve por parte da Câmara o acompanhamento natural de modo a garantir que o esquema fosse cumprido e melhorado: concretamente refiro o espaço pedonal sempre livre e calcetado, a tomada e largada de passageiros, as cargas e descargas devidamente demarcadas e aumentadas (de modo a não vermos nunca carros fora das zonas a isso destinadas e em cima de espaços pedonais obrigando o peão a acrobacias que até antes de 1984 não aconteciam porque havia uma maior exigência por parte da PSP).
Cabe aqui perguntar então, se soube a Câmara responder às necessidades de quem lá mora e dos que se deslocam para cargas e descargas, para que não se vá exigir à PSP o cumprimento de missões impossíveis.
Há aspectos a considerar na última remodelação / ajuste (desajuste direi eu). E porquê? Porque enquanto em 1984 a ideia foi aumentar o espaço pedonal, em 1999 misturou-se tudo: colocaram-se bancos, quiosques e mobiliário urbano deixando mais uma vez o espaço de circulação pedonal sujeito ao que sobra; criou-se também esta aberração de termos empedrado branco (de passeio) onde circulam carros e onde se colocaram semáforos … imagine-se!
Sempre que se coloca empedrado branco é para peões! Os veículos podem nele circular mas nunca retirar ao peão o seu máximo direito de o fazer!!!
Os semáforos deveriam ser tapados de imediato numa qualquer campanha pelo peão e esses espaços enganadores, como na Rua 1º Dezembro em Lisboa, deveriam ter o sinal de caminho pedonal com excepções de circulação automóvel (sem semáforos) vinculada. Na Praça Dom João da Câmara não tem que haver um cruzamento de veículos: os veículos que vêm dessa rua deverão virar à direita para o Rossio.

Aos táxis deverá continuar a ser proibido tomar ou largar passageiros em zonas de paragem proibida, como a todos os veículos e deve ser autorizado, isso sim, nas paragens de bus, alterando-se o sinal que diz pp exc autocarros ou carris, para pp exc transportes públicos.
Não o são eles quando circulam no Bus?
Isto é possível pois as paragens Bus têm 50mts e é preferível vê-los parar por breves segundos na paragem Bus do que numa curva, em 2ª fila ou em cima duma passadeira!!!
Manuel Jorge.
Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
ESTOU PREOCUPADO! CLARO QUE ESTOU PREOCUPADO!
- À ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DA QUINTA DA LUZ - Ao Presidente da Junta de Carnide
- AO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA
Vários são os casos onde isso é verificável e, como moradores, cujo seu espaço para colocarem as suas viaturas lhes era roubado pelos visitantes e agora temos de pagar para termos alguma garantia, digo-vos que o estacionamento não vai chegar para que, como diz o regulamento geral de edificação urbana, faça a C.M. de Lisboa garantir aos moradores que terão um espaço assegurado diariamente para estacionar, cumprindo o código da estrada.
É preciso que haja alguém com visão suficiente para aproveitar a oportunidade e fazer-se um verdadeiro aproveitamento do espaço público sem obra e a custos baixos!
Há muito a fazer neste bairro no que toca à mobilidade:
- ao acesso de proximidade para cargas e descargas dos seus moradores às residências;
- ao simples poder circular com um carro de compras quando se vem do colombo;
- ao também necessário encaminhamento dos ciclistas que saem de suas casas para que possam em segurança chegar até à ciclovia;

- raízes de árvores que estragam os passeios, baias que estão partidas há dez anos, baias que faltam em desníveis perigosos;
- águas que saem dos relvados para os passeios devido à sua exagerada rega que originam maior crescimento das relvas e arbustos;

- em relação à iluminação é triste verificar que um bairro com este nome (Quinta da Luz), à noite, em alguns espaços, haja insuficiência de luz porque, apesar de haverem treze tipos de candeeiros diferentes, alguns deles a dois metros uns dos outros, e outros colocados debaixo de árvores (que muitas delas não são controladas no seu crescimento e algumas até são mais altas que os prédios) que anulam a sua eficácia;
- é sabido por nós moradores a incapacidade de, em caso de incêndio, os bombeiros chegarem a todas as fachadas dos edifícios devido a desníveis do terreno e ou obstruções físicas criadas de propósito;
- e os cães?! Os animais de que todos gostamos! Não deveriam também ter um espaço próprio em vez de defecarem em tudo o que é espaço público?!
Que pena termos que andar sempre atrás dos serviços para que façam e façam bem!!!
Lisboa, Carnide, Quinta da Luz, 2009.10.16
manuel jorge
Terça-feira, 13 de Outubro de 2009
MODO FÁCIL DE FAZER CICLOVIAS
Terça-feira, 6 de Outubro de 2009
De Oeiras para Lisboa
Os árabes que fiquem com a gasolina!
As vias dos ciclistas na Europa central
Quinta-feira, 20 de Agosto de 2009
Ai Pacheco ao que tu chegaste!!!
Segunda-feira, 3 de Agosto de 2009

Ligado a assuntos de tráfego desde há 40 anos tenho acompanhado o pensamento e obra de vários intervenientes na matéria, tanto os simples feitores iluminados que alguma vez tiveram a oportunidade de poder servir o utilizador da via, nomeadamente nas cidades, como de alguns Presidentes de Câmaras e alguns projectistas.
Este tema em geral será o motivo desta aproximação aos que me “visitarem”. Interessam-me assuntos sobre obras viárias que fui vendo pelo país fora, desde a delapidação viária da linda Av. da República dos anos 70 (era idêntica à ainda Av. da Liberdade), ao disparate de transformar o seu eixo central para se criar um anedótico corredor bus em pisca pisca; a implantação de grandes cilindros de betão para evitar que os veículos não estacionassem nos seus passeios, hoje substituídos pelos não menos detestáveis marcos que tornam qualquer obra mais cara e que poluem o ambiente.
Tudo isto me doeu enquanto cidadão e enquanto feitor a quem deram oportunidade de fazer algo pelo utilizador da via mas de nem sempre poder contrariar o movimento errático da época.
Nos anos 70, os peões ainda eram o elo mais fraco da via pública!
Começaram a dar-se os primeiros passos para que o peão tivesse algum direito sobre a via, normalizaram-se cotas mínimas para os caminhos pedonais, etc, etc. Mas a prioridade era (e ainda é) resolver a situação de tráfego de veículos automóveis.
Compreendia-se que assim fosse pois, pudera, as ruas de Lisboa com excepção da baixa do Sr. Marquês de Pombal e das chamadas Avenidas Novas, ainda tinham características de azinhagas, como aquelas em que circulavam as carruagens puxadas a cavalo quando se dirigiam a Sintra a Caneças, ao Norte ou ao Alentejo nos anos 40.
Vejam que com a expansão da zona da expo 98 quantas azinhagas que existiam foram destruídas.
· Para que fosse feito o primeiro corredor bus, foi preciso deitar prédios abaixo na estrada de Benfica;
· Para que fosse possível circular-se na maior parte das ruas de Lisboa foi necessário implementar, em 50% das ruas, sentidos únicos! Continuou-se, no entanto, a construir edifícios sem lugares para estacionamento, ou este dava lugar a mini e super mercados ou áreas de arquivos.
Não penso cometer nenhuma informalidade se contar uma situação que vivi nos anos 70:
- Um dia analizei um pedido duma entidade pública para que lhe fosse concedido um espaço na via pública, para 50 viaturas, na rua onde se situava um ministério para quando houvessem reuniões importantes.
Fazia parte da minha análise verificar quais eram as condições do requerente na sua propriedade. Verifiquei então haverem 3 pisos de estacionamento ocupados com arquivos! Os moradores iríam ficar sem estacionamento na via! ...
Nos anos 90 continuou-se a beneficiar o automóvel e não tendo ainda os projectistas conquistado para o peão 50% de direitos que desde essa altura já defendia para qualquer projecto, surgiu a tentação de reservar para os carros espaços deixados para jardins e baldios, sem se pensar por exemplo em silos na vertical.
Ainda assim com todo o dinheiro mal gasto a fazer estacionamento na via pública e não se fazer o mesmo no espaço dos condomínios. Temos o resultado à vista: passeios que nem sequer dão para colocar o mobiliário urbano, não dão para que os peões se cruzem com facilidade.
Há como maus exemplos desta urbe recente Telheiras e Quinta da Luz e muitos outros projectos aprovados no planeamento de muitas câmaras deste país.
Continuamos a ter exiguidade de estacionamento nas ruas de lisboa, o que agrava a velocidade de circulação que deveria rondar sempre os 40 kms para que a cidade pudesse funcionar sem os males inerentes à pouca velocidade como por ex o CO2.
Assim e dado existirem estes contratempos nesta cidade, como noutras, defendo para o ano de 2010:
· as vias têm de servir para arrumar as viaturas duma forma provisória, só com pintura, evitando a obra física porque nunca é definitiva e é mais cara;
· as soluções a encontrar devem permitir sempre, uma faixa de rodagem a correr, sendo preferível em contraste com o termos vias de 4 faixas e sem estacionamento e por vezes sem passeios (caso da av Colégio Militar), nem zonas para cargas e descargas e tomada de passageiros.
E vê-se tanto disso por aí!!!
Domingo, 2 de Agosto de 2009
A POLUIÇÃO NO GLOBO E NÃO SÓ... ESPREITA!
http://www.breathingearth.net/





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