terça-feira, 20 de outubro de 2009

CIDADÃO DE LISBOA SEC XX E SEC XXI

HAJA QUEM OLHE PELOS LISBOETAS!

Lamento não ter podido estar no debate sobre a “Baixa Pombalina”.
De qualquer modo exponho aqui as minhas preocupações!
Tendo participado em 1984 na execução do projecto onde se deu pela primeira vez prioridade ao peão nesta cidade, observo que, desde essa data até agora, passando pelo arranjo viário de 1999, não se deu continuidade ao espírito de devolver maior espaço de circulação ao peão.
Afirmo que o esquema implantado em 1984 não teve nunca o apoio da PSP e dos cidadãos e não houve por parte da Câmara o acompanhamento natural de modo a garantir que o esquema fosse cumprido e melhorado: concretamente refiro o espaço pedonal sempre livre e calcetado, a tomada e largada de passageiros, as cargas e descargas devidamente demarcadas e aumentadas (de modo a não vermos nunca carros fora das zonas a isso destinadas e em cima de espaços pedonais obrigando o peão a acrobacias que até antes de 1984 não aconteciam porque havia uma maior exigência por parte da PSP).

Cabe aqui perguntar então, se soube a Câmara responder às necessidades de quem lá mora e dos que se deslocam para cargas e descargas, para que não se vá exigir à PSP o cumprimento de missões impossíveis.

Há aspectos a considerar na última remodelação / ajuste (desajuste direi eu). E porquê? Porque enquanto em 1984 a ideia foi aumentar o espaço pedonal, em 1999 misturou-se tudo: colocaram-se bancos, quiosques e mobiliário urbano deixando mais uma vez o espaço de circulação pedonal sujeito ao que sobra; criou-se também esta aberração de termos empedrado branco (de passeio) onde circulam carros e onde se colocaram semáforos … imagine-se!

Sempre que se coloca empedrado branco é para peões! Os veículos podem nele circular mas nunca retirar ao peão o seu máximo direito de o fazer!!!

Os semáforos deveriam ser tapados de imediato numa qualquer campanha pelo peão e esses espaços enganadores, como na Rua 1º Dezembro em Lisboa, deveriam ter o sinal de caminho pedonal com excepções de circulação automóvel (sem semáforos) vinculada. Na Praça Dom João da Câmara não tem que haver um cruzamento de veículos: os veículos que vêm dessa rua deverão virar à direita para o Rossio.



Aos táxis deverá continuar a ser proibido tomar ou largar passageiros em zonas de paragem proibida, como a todos os veículos e deve ser autorizado, isso sim, nas paragens de bus, alterando-se o sinal que diz pp exc autocarros ou carris, para pp exc transportes públicos.
Não o são eles quando circulam no Bus?
Isto é possível pois as paragens Bus têm 50mts e é preferível vê-los parar por breves segundos na paragem Bus do que numa curva, em 2ª fila ou em cima duma passadeira!!!
Um cidadão de Lisboa,
Manuel Jorge.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

ESTOU PREOCUPADO! CLARO QUE ESTOU PREOCUPADO!

- À ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DA QUINTA DA LUZ

- Ao Presidente da Junta de Carnide

- AO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

Se eu vos disser que muito do que se faz na via pública está mal feito, vocês dirão: - que aborrecimento, lá vem mais um crítico a entravar o progresso!
Mas não, não será o caso. A prova de que não será o caso é a de que tenho obra feita suficiente para me orgulhar dela. No caso da ciclovia e da redução das quatro faixas para duas, devo ter sido quase o único a defender que isso era necessário. Terei sido o único a defender que a ciclovia deveria ter sido feita no lado nascente da avenida col. militar, terei sido dos poucos que há 16 anos defendo a presente situação emel para a quinta da luz (assim, ou mais ou menos assim). No que toca ao mais ou menos assim, é que a porca torce o rabo, pois é! É aqui que a emel chumba na minha apreciação no que toca ao aproveitamento do espaço existente. A emel está a limitar-se a pintar os espaços existentes NÃO SE PREOCUPANDO MINIMAMENTE COM O ESTUDO E AMPLIAÇÃO DO ESPAÇO PARA MAIS ESTACIONAMENTO, NÃO NECESSITANDO DE FAZER OBRA FISICA PARA NÃO AGRAVAR O ERÁRIO MAS UTILIZANDO UM POUCO MAIS A CAPACIDADE TÉCNICA PARA O CONSEGUIR.

Vários são os casos onde isso é verificável e, como moradores, cujo seu espaço para colocarem as suas viaturas lhes era roubado pelos visitantes e agora temos de pagar para termos alguma garantia, digo-vos que o estacionamento não vai chegar para que, como diz o regulamento geral de edificação urbana, faça a C.M. de Lisboa garantir aos moradores que terão um espaço assegurado diariamente para estacionar, cumprindo o código da estrada.

É preciso que haja alguém com visão suficiente para aproveitar a oportunidade e fazer-se um verdadeiro aproveitamento do espaço público sem obra e a custos baixos!
Há muito a fazer neste bairro no que toca à mobilidade:
- ao acesso de proximidade para cargas e descargas dos seus moradores às residências;
- ao simples poder circular com um carro de compras quando se vem do colombo;
- ao também necessário encaminhamento dos ciclistas que saem de suas casas para que possam em segurança chegar até à ciclovia;


- à grande preocupação de melhorar os caminhos para a população, cada vez mais idosa, para que possam sair de suas casas sem correr o risco de tropeçar com desníveis evitáveis;
- raízes de árvores que estragam os passeios, baias que estão partidas há dez anos, baias que faltam em desníveis perigosos;
- águas que saem dos relvados para os passeios devido à sua exagerada rega que originam maior crescimento das relvas e arbustos;
- em relação à iluminação é triste verificar que um bairro com este nome (Quinta da Luz), à noite, em alguns espaços, haja insuficiência de luz porque, apesar de haverem treze tipos de candeeiros diferentes, alguns deles a dois metros uns dos outros, e outros colocados debaixo de árvores (que muitas delas não são controladas no seu crescimento e algumas até são mais altas que os prédios) que anulam a sua eficácia;
- é sabido por nós moradores a incapacidade de, em caso de incêndio, os bombeiros chegarem a todas as fachadas dos edifícios devido a desníveis do terreno e ou obstruções físicas criadas de propósito;
- e os cães?! Os animais de que todos gostamos! Não deveriam também ter um espaço próprio em vez de defecarem em tudo o que é espaço público?!


Um sem fim de pormenores que podem e devem ser executados e a que os cidadãos têm direito que Câmara, Junta de Freguesia e Associação de Moradores deverão dar efectiva observância.

Que pena termos que andar sempre atrás dos serviços para que façam e façam bem!!!

Lisboa, Carnide, Quinta da Luz, 2009.10.16
manuel jorge

terça-feira, 13 de outubro de 2009

MODO FÁCIL DE FAZER CICLOVIAS

Veja-se como é fácil e económica inclusão de ciclovias nas cidades. Não é preciso inventar nada!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Novas ideias para a cidade

Novos movimentos geram novas ideias!

De Oeiras para Lisboa

Vamos mudar as cidades? Ser mais felizes e mais saudáveis?
Os árabes que fiquem com a gasolina!

As vias dos ciclistas na Europa central

Nós lisboetas deveríamos visitar qualquer um destes países para vermos como é tão saudável usar o veículo de duas rodas.